Na segunda-feira, Corporação Chevron fez um anúncio inovador de sua aquisição da concorrente Hess Corporation em uma transação de ações avaliada em impressionantes US$ 53 bilhões. De acordo com a gigante da energia, esse movimento serve para reforçar o já robusto portfólio da Chevron, aumentando sua diversidade e força geral.

Em uma declaração pública, a Chevron enfatizou a importância do bloco Stabroek na Guiana como um ativo valioso, com margens de caixa excepcionais e uma pegada de carbono notavelmente baixa, com crescimento de produção projetado para a próxima década. A adição dos ativos de Bakken da Hess solidifica ainda mais a posição da Chevron no setor de xisto dos EUA, complementando suas operações existentes nas bacias DJ e Permian e reforçando a segurança energética do país.

Prevê-se que a entidade amalgamada experimente um crescimento acelerado da produção e maior fluxo de caixa livre, superando as atuais projeções de cinco anos da Chevron. A aquisição, prevista para ser concluída no primeiro semestre do ano seguinte, recebeu aprovação unânime dos conselhos de ambas as empresas.

Apesar desse desenvolvimento positivo, as ações de ambas as empresas experimentaram uma ligeira queda nas negociações de pré-mercado na manhã de segunda-feira. Como parte do acordo, o CEO da Hess, John Hess, deve se juntar ao Conselho de Administração da Chevron, solidificando ainda mais a natureza colaborativa desse empreendimento.

No entanto, o negócio está sujeito ao consentimento dos acionistas e autoridades reguladoras da Hess antes da finalização. O presidente e CEO da Chevron, Mike Wirth, expressou confiança na importância estratégica dessa mudança, destacando o potencial de melhoria de desempenho a longo prazo e um portfólio enriquecido por meio da integração de ativos de primeira linha.

John Hess, CEO da Hess Corporation, também expressou seu orgulho pelas conquistas da empresa, citando seu notável portfólio de crescimento, incluindo a descoberta histórica na Guiana, que se destaca como a maior descoberta de petróleo na última década, e o papel de liderança na produção de xisto de Bakken.

Reconhecendo os pontos fortes da Chevron, incluindo seus Carteira de ativos diversificada e robusta situação financeira, Hess ressaltou a crença de que essa colaboração criaria uma entidade unificada pronta para liderar o setor durante a transição energética em andamento, gerando valor substancial para os acionistas nos próximos anos.